SAFARI FOTOGRÁFICO A BARILOCHE

Bariloche é um destino conhecido dos brasileiros no inverno, entretanto pouca gente sabe que Bariloche é ainda mais interessante no verão.

Além do dia longo, que permite aproveitar a região ao máximo, as montanhas, os rios e a vegetação de Bariloche atingem o pico de sua beleza no verão.

Estamos preparando para início de fevereiro um Safari Fotográfico de 10 dias para esta região.

Este safari vai incluir entre outras coisas uma caminhada no gelo na região do Cerro Tronador.

Logo teremos detalhes, mas se quiser já pode reservar sua vaga.

Como todo safari eu estarei indo pessoalmente guiar nossos amigos fotógrafos.

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Fotometria numa moldura

Quando temos uma moldura, mais iluminada ou menos iluminada que o motivo central, devemos tomar cuidado com a fotometria, pois esta área externa, formada pela moldura pode influenciar negativamente, clareando ou escurecendo a foto.

Nestes casos devemos nos preocupar com a luz daquilo que está dentro da moldura apenas, a luz da moldura deve ser descartada. Utilizar o fotômetro pontual e medir a luz no próprio interior da moldura.

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Tamanho do cartão de memória

Com a chegada de cartões de memória cada vez maiores, ficamos tentados a adquirir cartões superiores a 1giga, que podem facilmente carregar 400 imagens.

O risco é que muita imagem num cartão apenas pode levar à perda de todas as fotos de uma viagem.

A forma mais comum de perder as imagens de um cartão é tentar retira-los enquanto a câmera está acessando as imagens (o que é mais comum) ou então por defeito de fabricação (mais raro) ou mesmo perda ou roubo.

Quando as imagens são apenas apagadas da memória, ficam resíduos de informação que podem causar problemas no futuro, o cartão pode “dar pau”. Isto normalmente acontece quando o fotógrafo não formata o cartão com freqüencia.

Quanto a velocidade do cartão isto é um fator que começa a ter alguma relevância, as câmeras ficando mais rádidas no número de fotos por segundo, pedem cartões mais rápidos para poder manter o desempenho.

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Qualidade do arquivo jpg

Quando usamos arquivos JPG, podemos selecionar sua qualidade e tamanho.

Os arquivos JPG são arquivos compactados, ou seja, usando artifícios de programação os arquivos guardados ficam menores do que os arquivos abertos no computador.

As compactações podem acarretar perda de qualidade ou não. Compactações sem perda de qualidade normalmente são pouco eficientes, já aquelas com perda de qualidade conseguem taxas de compactação maiores.

A compactação do JPG acarreta perda de qualidade.

Quanto maior o fator de compactação utilizado maior a perda de informação e a degradação da imagem.

Só devemos utilizar nossas câmeras digitais em baixa qualidade se a imagem que estamos gerando realmente não tem compromisso.

A qualidade intermediária da câmeras, entretanto, permite uma qualidade um pouco maior, suficiente para uma boa impressão.


Qualidade baixa – pouca qualidade/arquivo pequeno


Qualidade média – qualidade razoável/arquivo médio


Qualidade alta – muita qualidade/arquivo grande

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Ruído na imagem

Se dá o nome de ruído numa imagem digital, a milhares de pequenos pontos multicoloridos que aparecem na imagem e que não fazem parte daquilo que foi fotografado.

O ruído é criado por sinais elétricos não desejados gerados por instabilidades do sensor de captura de imagem. Estes ruídos acabam por confundir o sensor e aparecem como centenas de pequenos pontos coloridos dando impressão de “granulação” ou pouca definição.

Isso acontece quando aumentamos muito o ISO na câmera. Quando aumentamos o ISO amplificamos também a potência do sinal gerado pelo pixel e o ruido, antes desprezível, acaba aparecendo junto.

Para ISO baixo, entre 100 e 400 o ruído é desprezível e não precisamos ter receio. Para ISO acima deste o ruído pode ser mais perceptível.

Na imagem abaixo (montada digitalmente para facilitar a visualização) vemos dois rostos: o da esquerda foi fotografado com ISO 1600 e baixa velocidade, o da direita foi fotografado com ISO 400 e velocidade intermediária. O rosto da esquerda tem muito mais ruído.

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O que é interpolação ?

Algumas câmeras aumentam o tamanho dos arquivos utilizando uma técnica chamada interpolação.

Numa imagem interpolada, pixels extras são inseridos entre os pixels capturados. A estes pixels extras são dados valores de cor que estão entre aqueles que o rodeiam.

Assim se consegue que a imagem fique maior sem aparente perda de qualidade.”

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Balanço de branco personalizado

O balanço de branco personalizado é também conhecido por “”custom white balance””.

Em cenas onde a luz não é branca ou se não há um modo pré programados de balanço de cores que se encaixa a condição, é possível estabelecer um parâmetro personalizado.

Neste modo normalmente se fotografa um padrão branco ou cinza 18%, dependendo da câmera. Num ítem específico do menu, se encontra o ajuste de balanço de branco personalizado. Aí se indica para a câmera qual é a foto para usar como referência. A partir dai é criado um balanço específico para esta condição de luz.

Este modo é especialmente útil em cenas onde exista luz mista; um ambiente onde haja invasão de luz ambiente e lâmpada fluorescente, por exemplo.

Uma vez ajustado o balanço personalizado é preciso colocar o ajuste de wb da câmera no modo do ícone acima.

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Saída de vídeo

Uma forma de ver as imagens disponibilizadas pelas câmeras digitais, é a saída de vídeo.

Com esta saída, conecta-se a câmera diretamente na entrada de vídeo de um televisor ou aparelho de vídeo e pode-se reproduzir na TV ou gravar numa fita de vídeo o que se vê no display de cristal líquido da câmera.

A qualidade da saída não é maravilhosa, mas é uma forma melhor de mostrar as fotos para um grupo do que no pequeno visor da câmera.

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Pixel, o que é ?

O filme das câmeras convencionais foi substituído pelo sensor de captura de imagem.

O sensor de captura de imagem, a exemplo do olho humano, é composto de milhões de pequenos sensores que capturam minúsculas partes da imagem, estes micros sensores de luz são chamados de pixel.

Eles ficam dispostos em linhas e colunas numa pastilha de silício.

O número de pixels que um sensor possui determina o quanto se pode ampliar uma imagem. Quanto mais pixels maior a ampliação possível.

Uma câmera de 6 mega pixels possui 6.000.000 de pixels distribuídos numa matriz de 3.000 pixels de largura por 2.000 pixels de altura.

dicad10.gif

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Arquivo RAW é útil ?

Os arquivos RAW são cópias das informações gravadas pela luz no CCD. Eles não sofrem tratamento importante posterior dentro da câmera e portanto podem ser processados posteriormente.

Como praticamente não recebem nenhum tipo de tratamento, nem compactação, normalmente ocupam grande espaço, podendo facilmente chegar a 10 meg bites para uma câmera de 6mpx

Toda câmera digital que produz arquivos RAW, traz junto um CD com programas para processamento destas imagens e conversão para formatos de arquivos mais populares.

A vantagem deste tipo de arquivo é que toda decisão de tratamento, como aplicação de filtro como nitidez, cor ou contraste pode ser feitas depois, sem que haja perigo de erro por pressa ou desconhecimento do fotógrafo.

Fabricantes e purístas dizem que um arquivo feita em RAW e depois tratado no computador tem mais qualidade que um arquivo feito em JPG. A realidade é que a maioria dos fotógrafos não usa RAW, por que o ganho de qualidade se não é imperceptível, pelo menos é bem próximo disto.

O RAW realmente é justificável quando se fotografa em locais onde a cor da luz varia muito dentro da imagem, ficando difícil decidir qual o balanço de branco correto.

Outro motivo que leva os fotógrafos a abusar do RAW e que ele da mais liberdade de corrigir erro de exposição, neste caso acredito que, melhor que remediar desta forma, é o fotógrafo aprender a fotometrar corretamente, mesmo porque quanto melhor o arquivo fonte melhor o resultado final.

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